QUEM É AFONSO BATISTA?
Antes de ser jornalista, professor ou universitário, sou filho do Subúrbio.
Foi aqui que aprendi a olhar para as pessoas não apenas como personagens de uma notícia, mas como parte de uma história que também é minha.
Há mais de 20 anos exerço o jornalismo profissional, contando histórias, ouvindo pessoas e procurando dar voz ao que realmente importa. E, depois de tantos anos, continuo acreditando que uma notícia só vale a pena quando é feita com verdade, responsabilidade e respeito por quem está do outro lado.
Minha caminhada nunca parou.
Sou Bacharel em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e também Bacharel Interdisciplinar em Saúde pela UFBA. Escolhi estudar saúde porque compreender uma comunidade também significa conhecer suas necessidades, suas dificuldades e aquilo que pode transformar a vida das pessoas.
Sou também professor. E ensinar me fez perceber que conhecimento não foi feito para ficar guardado: ele precisa ser compartilhado, principalmente com aqueles que muitas vezes tiveram menos oportunidades.
Hoje sigo novamente pelos caminhos da UFBA, graduando em Pedagogia, porque acredito que nunca existe idade para aprender, recomeçar, sonhar e construir novos caminhos.
Mas existe algo que nenhum diploma poderia me ensinar.
Eu conheço o Subúrbio porque pertenço a ele.
Conheço suas ruas, sua gente, suas dificuldades, seus talentos e, principalmente, a força de um povo que muitas vezes aparece nas páginas dos jornais apenas quando alguma coisa dá errado.
Eu quero ajudar a contar também o outro lado.
O lado de quem trabalha.
De quem empreende.
De quem educa.
De quem cria seus filhos.
De quem faz cultura.
De quem vence todos os dias sem jamais aparecer nas manchetes.
É por isso que nasceu o Sotero Suburbano.
Mais do que um site, ele representa um compromisso com o lugar de onde venho e com as pessoas que fazem parte da minha própria história.
Notícia apurada e escrita com critério para quem nasceu e vive no Subúrbio.
Porque quando escrevo sobre essa terra, não estou falando de um lugar distante.
Estou falando da minha casa.
Estou falando da minha gente.
Estou falando dos meus.
E para os meus, quero oferecer aquilo que sempre considerei essencial no jornalismo:
verdade, respeito, carinho e cuidado.
EU CONTO O SUBÚRBIO COM OS OLHOS DE QUEM VIVE.
Porque o Subúrbio Ferroviário não é apenas um lugar no mapa de Salvador.
É pertencimento. É memória. É resistência. É orgulho. É a nossa história.
SOTERO SUBURBANO
O Subúrbio que dá certo.

